Diretor destaca "Cidade Digital" em Seminário
Lino Kieling foi painelista durante evento que debateu o uso da banda larga nos municípios gaúchos
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Por PROCERGS
Durante o Seminário “Banda Larga e Desenvolvimento Local – os benefícios para as cidades gaúchas", realizado nesta terça-feira(19/04), no Hotel Sheraton, o diretor técnico da PROCERGS, Lino Kieling, apresentou o painel "Cidade Digital", analisando de forma conceitual o tema e elencando os passos a serem seguidos para sua concretização.
"Ser uma cidade digital significa modernizar a gestão pública e oferecer novos serviços e facilidades às pessoas, com a preocupação de tornar o governo mais próximo do cidadão e propiciar a ele uma nova perspectiva de cidadania", destacou na oportunidade o diretor em sua palestra.
Conforme Lino, para que a Cidade Digital seja uma realidade, é fundamental reconhecer a situação tecnológica que muitos municípios do país vivem hoje, como resultado de um contexto formado por uma infraestrutura de rede insuficiente, instalações precárias, ausência de ferramentas e de um processo regular de planejamento, equipes técnicas insuficientes; falta de serviços de rede redundante, falta de sistemas, assim como o fato destes não estarem integrados; sites muito informativos e pouco serviços disponíveis, ... "Isso é parte do cenário de hoje', diz Lino.
De acordo com o diretor, o ponto de partida para a construção de uma Cidade Digital seria a elaboração do Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação (PDTIC), um instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão das tecnologias de informação e comunicação. "Nele constariam todas as recomendações, diagnósticos, políticas, orçamentos, diretrizes e definições dos sistemas de informações necessários para termos condições de concretizar as cidades digitais".
Durante o painel, Lino falou também sobre Governo Eletrônico e software livre. Sobre o primeiro, disse que não se trata de um simples portal de informações e serviços públicos: "é um sistema interativo criado para incluir a sociedade no mundo das tecnologias digitais, que também contribui para o aumento da transparência e da participação social na gestão pública. É a relação com os cidadãos que sustenta o governo eletrônico...", frisou na ocasião. Sobre o código aberto, afirmou que o mesmo "É uma opção tecnológica que garante o direito de acesso aos serviços públicos sem obrigação de utilizar plataformas específicas", observou.
"Ser uma cidade digital significa modernizar a gestão pública e oferecer novos serviços e facilidades às pessoas, com a preocupação de tornar o governo mais próximo do cidadão e propiciar a ele uma nova perspectiva de cidadania", destacou na oportunidade o diretor em sua palestra.
Conforme Lino, para que a Cidade Digital seja uma realidade, é fundamental reconhecer a situação tecnológica que muitos municípios do país vivem hoje, como resultado de um contexto formado por uma infraestrutura de rede insuficiente, instalações precárias, ausência de ferramentas e de um processo regular de planejamento, equipes técnicas insuficientes; falta de serviços de rede redundante, falta de sistemas, assim como o fato destes não estarem integrados; sites muito informativos e pouco serviços disponíveis, ... "Isso é parte do cenário de hoje', diz Lino.
De acordo com o diretor, o ponto de partida para a construção de uma Cidade Digital seria a elaboração do Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação (PDTIC), um instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão das tecnologias de informação e comunicação. "Nele constariam todas as recomendações, diagnósticos, políticas, orçamentos, diretrizes e definições dos sistemas de informações necessários para termos condições de concretizar as cidades digitais".
Durante o painel, Lino falou também sobre Governo Eletrônico e software livre. Sobre o primeiro, disse que não se trata de um simples portal de informações e serviços públicos: "é um sistema interativo criado para incluir a sociedade no mundo das tecnologias digitais, que também contribui para o aumento da transparência e da participação social na gestão pública. É a relação com os cidadãos que sustenta o governo eletrônico...", frisou na ocasião. Sobre o código aberto, afirmou que o mesmo "É uma opção tecnológica que garante o direito de acesso aos serviços públicos sem obrigação de utilizar plataformas específicas", observou.