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Estes Conhecem a Nossa História

Dando continuidade à série Estes Conhecem a Nossa História, a entrevistada de hoje é a colega Maria Joaquina, do Setor de Justiç

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És natural de...
Nasci em São Francisco de Paula, mas fui morar em Caxias do Sul com 2 anos.

Como foi a tua infância ?
Eu tenho lembranças ótimas da minha infância. Sempre morei em casa, com pátio e muitas árvores. Ia a pé para a escola Cristovão de Mendonza, onde estudei em Caxias do Sul, que era um cólegio que saiu do centro e foi para um bairro distante. Uma das diversões que tínhamos era voltar do colégio a pé.

Time do coração?
Não gosto de futebol.

Teu primeiro emprego?
Eu trabalhei 6 meses na metalúrgica Gazola, em Caxias do Sul, antes de entrar na PROCERGS.

Teus pais trabalhavam no que ?
Minha mãe era professora e meu pai operário.

Pouco antes de entrar na Companhia, o que tu fazias ?
Aos 20 anos vim estudar em Porto alegre, em 1972, quando passei no primeiro vestibular unificado da UFRGS, para Odontologia. Eu tinha passado no que eles chamavam na época de básico... tu fazias o vestibular e, conforme a classificação, podias optar por fazer uma nova prova no final do básico, 6 meses depois.

Moravas aonde em Porto Alegre ?
Morava no bairro Tristeza com a minha tia.

Como ficaste sabendo do concurso da PROCERGS?
Minha prima foi quem me falou que iria ocorrer o concurso. Fiz porque ela iria fazer.... No fim, eu passei e ela não.

Fizeste para qual cargo?
Digitação.

Chegaste a concluir o curso de Odonto ?
Pois é, eu comecei com Odonto, fiquei aquele primeiro ano. Depois eu fiz vestibular de novo, passei para Engenharia. Quando comecei a atuar na PROCERGS, vi que gostava de trabalhar nisso. E naquela época não tinha faculdade de Informática, todo mundo era da Engenharia. O Schnack era da Engenharia, o Schimitt, o Nilo.... Quando surgiram os primeiros computadores na UFRGS, o pessoal da engenharia era quem os utilizava.


O teu ingresso foi quando?
Eu entrei na Companhia em 19 de abril de 1972.

Como era o trabalho naquela época ?
Até julho daquele ano eu trabalhava 8 horas por dia. Depois eu passei para o turno da noite, pois a faculdade de Odonto me ocupava a manhã e a tarde. Eu trabalhava das 19h a 1 da manhã. Às 7h30min do outro dia tinha aula no Campus Médico, na Ramiro Barcelos.

Muita gente fez o concurso para digitação ?
Sim, várias turmas fizeram as provas. Lembro que os candidatos tinham que responder as questões em 30 minutos.

Levou muito tempo para divulgarem o resultado?
Foi logo em seguida.

Naquela época tu já tinhas participado de algum outro concurso ?
Sim, para a CEEE. Naquele tempo eu queria trabalhar em qualquer coisa. Na verdade, quando eu entrei na PROCERGS, eu não sabia o que iria fazer e não tinha idéia nenhuma do que era um computador ou como ele funcionava. Eu só queria trabalhar, pois precisava me manter em Porto Alegre.

Tinhas feito algum curso específico antes de entrar na Empresa ?
De datilografia. Naquela época todo mundo fazia esse curso. Era o "cartão de visita" para se conseguir emprego.

O que, especificamente, vocês digitavam naquela época?
Nós trabalhávamos com aquela digitadora de 90 colunas, a UNIVAC. Na verdade eu não tinha nem idéia do que significava aquilo. Nós recebíamos documentos e digitávamos, principalmente informações relacionadas à folha de pagamento.
Eu trabalhei na digitação por 2 anos.

Tinha nome o setor em que trabalhavas ?
Era Digitação mesmo.

Qual era o horário ?
Eram 8 horas no horário comercial, com intervalo ao meio-dia. Trabalhávamos inclusive no sábado de manhã. Eram 48 horas semanais. Lembro de uma colega que era de uma religião que não podia trabalhar no sábado. Ela não vinha nesse dia e compensava durante a semana.

Quais foram as tuas primeiras impressões quando começaste trabalhar na Empresa ?
Naquela época era considerado muito importante trabalhar com computador. Era um ambiente muito mais formal que hoje em dia. Uma das coisas que hoje eu mais gosto na PROCERGS é esse ambiente descontraído que ela propicia. Trabalhamos bastante mas temos liberdade de brincar, rir,... talvez seja pelo tempo que trabalhamos juntos. Quando alguém tem um problema, sempre tem quem esteja disposto a auxiliar. É um ambiente de muita cooperação e bastante informal.

Você falou que naquela época era tudo muito formal, vocês conversavam durante o trabalho ?
Muito pouco. Nós tínhamos um intervalo no meio da manhã e outro no meio da tarde, não tinha lancheria no prédio, mas tinha uma servente que servia cafezinho. Nós parávamos 15 minutos, fazíamos o intervalo e voltávamos. Não se conversava, porque tinha cobrança de produtividade. Não se podia comer nada durante o trabalho, mas podia fumar. Fumo era livre em qualquer lugar, não tinha restrição nenhuma. Apenas na sala do computador não podia fumar.
Eu tinha um colega que implicava muito com isso, pois era permitido fumar durante a digitação, mas não podia comer nem beber. Não se podia tomar um refrigerante ou um chá, mas podia fumar.

Tu lembras quantas pessoas trabalhavam na tua sala ?
Era bastante, trabalhávamos entre 20 e 30 pessoas. Isso antes da Caixa Estadual, que começou em 1973.

Então, inicialmente, o trabalho de digitação de vocês era mais ligado à folha de pagamento...
Eu imagino que era, pois a primeira coisa que iniciou na PROCERGS foi isso. O computador, havia 1 computador, era um UNIVAC modelo 1050. O que tinha de memória naquele computador tem em qualquer brinquedinho hoje em dia.

Era antes do COBOL, a programação era de máquina, o Assembler. Era muito diferente, uma classificação simples, hoje feita no EXCEL com um clique, naquela época era feito por uma máquina classificadora.
Os cartões perfurados, entravam numa máquina que fazia a classificação, para depois entrarem no computador já classificados. Hoje é uma função básica.

Na digitação se fazia a entrada de dados, se copiava as informações manuscritas em folhas para os cartões. Entrava uma pilha de cartões, o que se digitava, ao contrário da máquina de escrever que bate, a máquina perfurava.
Eu trabalhei dois anos na digitação e depois fui para a Operação, pois vieram as máquinas novas, os Burroughs, entre 1974 e 1975. Comecei a trabalhar na operação em 1974.

Em 1975 vocês continuavam no mesmo lugar ?
Sim, na Caldas Junior no 12º andar.

Na Operação trabalhaste com quais equipamentos ?
O Burroughs B6700 e o B6900. O primeiro foi o B6700 que era uma máquina enorme em relação à outra, mais moderna, que utilizava fitas magnéticas, drives de pack removíveis, uma inovação muito grande. E a linguagem de programação passou a ser o COBOL, em 1975.
Eles precisavam de mais gente para a Operação, e na verdade eu fui como ajudante, porque eu não tive curso. Ficava tirando as fitas, botando papel nas impressoras, daí eu comecei a aprender e me tornei operadora.


O que tu fazias especificamente ?
Operava os computadores de grande porte. Eu ficava na frente da console respondendo as solicitações dos programas, colocando fitas. Pensando agora, é tudo tão antigo, porque nem existe mais... agora são cartuchos. Eram fitas enroladas, difícil até de explicar... fita magnéticas enrolada em um carretel que colocávamos na unidade de leitura, fitas de 2400 ou 1200 pés.
Havia também os discos removíveis, os packs, grandes caixas redondas, para armazenagem dos dados. Conforme o programa que executava, trocávamos os packs. A operação fazia isto, respondia todas as solicitações dos programas.

Depois da Operação, qual outro setor que trabalhaste ?
Depois teve concurso para a programação, em 1984. Eu fiquei 10 anos na Operação, de 1974 a 1984. Antes de passar para o Desenvolvimento, fiz um curso de Cobol na UFRGS. Lembro que os primeiros colocados tinham direito a um estágio, e eu fui indicada para a própria UFRGS. O Fernando Alt fez esse curso comigo, assim como o Mario Przyczynski , o Soares, todos eram dessa turma. O engraçado é que eu não queria ir para a UFRGS, eu queria ficar aqui na PROCERGS, daí eu pedi para fazer o estágio aqui.

Como foi o concurso para programação ?
Tu fazias o concurso e depois participava de um curso específico

Foi um concurso externo ou só dentro da empresa ?
Esse concurso que eu fiz era interno. Quem entrou comigo foi o Claudio Fortes, o Aldo Bohrer... todos nós éramos da área Operacional.

O que fazia a programação naquela época ?
A linguagem era o COBOL. Na faculdade eu havia aprendido o Fortran, outra linguagem...

Como foi trabalhar com essa nova linguagem ?
Eu já sabia, pois havia feito esse curso na UFRGS, e fiz o curso interno aqui e o estágio que teve também. Eu sempre gostei de aprender, por ser curiosa e determinada, ou teimosa, não sei.
Uma das coisas que eu acho bom da PROCERGS é a oportunidade que a gente tem de aprender, sempre, e eu aprendi muito aqui.

E isso tu percebia desde quando tu entrou ?
Sim, eu comecei trabalhar na Digitação com uma máquina UNIVAC, depois uma IBM, depois passou para DE-523. Em dois anos, várias máquinas cada uma com uma característica diferente..
Claro que tem que ter, e isso é uma característica da empresa, uma capacidade muito grande de adaptação. As pessoas que têm dificuldade de se adaptar ou não têm interesse de aprender coisas novas, têm dificuldade. Naquela época eu acho que era mais difícil ainda, por que não tinha isso que a gente tem agora, toda hora um novo software, um novo sistema operacional, as mudanças não eram tão rápidas.

Na área de programação ficaste quanto tempo ?
Até agora, antes se chamava Programação, agora é Desenvolvimento.

Como era a relação entre os colegas no início ?
A Operação tinha um ambiente mais informal que a Digitação. Quando eu fui para a Operação eu era a única mulher, e trabalhei muitos anos sendo a única mulher lá. Trabalhávamos seis horas, como é hoje em dia. Eu fui chefe de turno, e eram doze homens na equipe.

Tu foste a primeira mulher a chefiar homens na área de operações ?
Eu fui a primeira mulher a entrar na área de Operação. E depois fui a primeira chefe de equipe.

Como era a tua relação com os homens que chefiavas ?
O Cláudio Fortes foi meu funcionário e até hoje ele brinca comigo que eu era uma carrasca...
A gente aprende com o tempo, eu era muito jovem naquela época. Eu entrei na PROCERGS com 20 anos e fui chefe com menos de 30. O jeito era manter a distância, ser muito séria e muito exigente. O Cláudio disse que até hoje tem traumas por minha causa... O ambiente era formal, embora eu diga que na operação o ambiente era mais de descontração, mas o ambiente da empresa era muito diferente. A cobrança era muito maior em relação a atitudes.

Como assim ?
Por exemplo: Quando trabalhávamos na operação eram seis horas, e só podia sair uma vez da sala, para fazer lanche, e era 15 minutos. Não podia comer lá dentro, não podia levar café, nada... Nós cuidávamos muito isso, os equipamentos, o computador, a temperatura que era super fria. 15 minutos eram 15 minutos, chegar atrasado nem pensar, faltar muito menos. Era muito rígido, inclusive, em uma época era proibido receber ligações particulares. Essa parte comportamental era muito mais rígida. Em relação às roupas, na operação por exemplo, se usava um guarda-pó e os homens usavam gravata, era obrigatório, e por cima o guarda-pó.

O que tu achas a respeito da rigidez ? Será que vem muito dessa coisa de que trabalhar com computador era muito importante naquele período ?
É uma coisa da época. A vida mudou muito em relação aos costumes, em relação ao comportamento. Para mim, aquela rigidez toda que hoje eu vejo que existia, eu não sentia, pois a minha educação também foi assim. Era uma coisa da época essa rigidez e também trabalhar com o computador, um "cérebro eletrônico", era uma coisa muito importante. Até hoje a maioria das pessoas não entende o que fazemos aqui, mas naquela época, meus pais nunca tiveram noção disto, era um outro mundo para eles. Não só para eles, mas também colegas de faculdade achavam isso algo muito diferente, importante.

Tu lembras naquela época de algum trabalho, uma missão importante ou de algum projeto na programação ?
Quando eu entrei na programação tinha um pool de programação, todo mundo trabalhava no mesmo lugar e conforme a demanda, tu fazias algo para um ou para outro. Neste pool, devia ter dez ou doze pessoas, os que haviam ingressado. Depois fui para o setor que eu estou hoje, que é Justiça e Segurança. Como eu recém tinha entrado, eu fazia manutenção dos sistemas da Brigada Militar. Depois fui trabalhar com a Caixa Estadual, que tinha processamento diário, aliás no ínicio não era só diário, era duas vezes ao dia.

Que tipo de informação se processava ?
As contas-correntes, poupanças, toda parte bancária da Caixa Econômica Estadual. Era o setor Finanças. Eu lembro de coisas como a quebra do Sul-Brasileiro, que refletiu em toda economia, teve uma repercussão muito grande e a Caixa absorveu parte das contas. Antes disto houve a quebra da Habitasul e da FIN-HAB, duas instituições que acabaram tendo suas contas absorvidas por outras instituições, inclusive a Caixa. Eu era programadora naquela época, os analistas eram o Rigon, o Fernando Alt, o Cureau, o Roni Silveira era o gerente. O pessoal da equipe ficou permanentemente convocado, trabalharam muito para fazer toda mudança do sistema, para absorver essas contas.

Uma alteração dessas, transferências de informações levava quanto tempo?
Eu não me recordo tanto assim, mas foi bastante tempo. A outra coisa que eu vivi aqui foi o Plano Collor. O atendimento à Caixa Estadual tinha essa característica, a de trabalho bancário, e todos esses planos de governo acabavam refletindo na Empresa. Eu lembro bem daquela época do Plano Collor, a ministra Zélia anunciando na televisão as mudanças e a Maria Luisa, que era uma das analistas, falar que ouvindo aquilo pensava: será que eles sabem o que estão fazendo ?
Porque ela já estava pensando nos sistemas, nas consequências do confisco da poupança e em tudo aquilo que seria preciso fazer, alterar na programação.

A Caixa foi muito importante na PROCERGS, por muito tempo ela foi a maior cliente e com envolvimento muito grande. Por ser um serviço bancário era preciso ter as informações e não era nada online, não havia cartão magnético, naquela época.

Eram listagens das contas bancárias, sendo que todas as movimentações do dia eram processadas na madrugada e esta listagem tinha que estar em todas agências antes do horário de abertura do banco.

Eu trabalho aqui há 38 anos e tudo mudou muito na nossa área. Nós tínhamos apenas um computador, enquanto hoje a PROCERGS tem milhares...

Um computador apenas...
Um só, um mainframe. Com o B6700 vieram os terminais, explicando: máquinas ligadas ao computador, todas utilizando o processador central. Este computador, inicialmente tinha 1200 K de memória. Executava uma tarefa de cada vez, sequencialmente. Hoje, no teu micro, tu abres o correio, com EXCEL aberto, com várias outras tarefas e quando vês, tu tens dez coisas rodando e naquela época rodava uma coisa de cada vez. É muito difícil para quem não viveu entender isso...

Com o passar do tempo, foi aumentando o número de clientes...
Sim, principalmente quando veio o novo computador, o Burroughs. Ele foi adquirido para atender a Fazenda que naquela época tinha CPD próprio. Depois vieram a Corsan, a Caixa Estadual...

Como foi trabalhar para a Caixa Estadual ?
Foi uma escola para toda a Empresa, em função do tipo de trabalho e também pela responsabilidade. Para o cliente Fazenda, nossa missão era preparar a folha de pagamento, mas isso acontecia uma vez por mês. A Caixa não, a atenção tinha que ser diária e redobrada. Você tinha que fechar 100% do movimento, senão... Era muita cobrança, pois se mexia com dinheiro. Se alguma coisa dava errado, recebíamos a visita da direção na nossa sala...

O que destacarias do período em que trabalhaste na digitação ?
Pessoalmente, o fato de eu poder ter o meu próprio dinheiro e poder me sustentar. Era um salário fantástico... eu conseguia me manter em Porto Alegre.
Trabalhar com computador também era algo um tanto especial naquela época.


Como era o relacionamento com os colegas ?
Sempre foi bom.As pessoas todas que eu conheci, com poucas exceções, eram ótimas de se conviver.

Por quantos setores passaste aqui na Empresa ?
Não lembro. Mudou muito a denominação. Hoje eu trabalho com os clientes da Segurança Pública, Polícia Civil, Susepe, Brigada Militar... Já passei pelo setor de Produtos, de Finanças, que era a Caixa, Divisão 3, mas que também não tinha esse nome...Já trabalhei no setor que hoje é a DTI, na Divisão 4 - que concentrava o Tribunal de Justiça e a Segurança juntos... Acho que são esses.

Cita algum momento que consideras importante na história da PROCERGS
Agora. Hoje a imagem da PROCERGS é muito positiva. Nunca recebemos tanto como nesse governo...Estamos vendo muitas obras que tínhamos necessidade acontecerem. Reforma nos banheiros, fachada, troca de mobiliário, novas máquinas. Tudo isso não acontecia há muito tempo. Eu pelo menos não lembro... Acho que nestes últimos anos a Companhia resgatou a importância que tinha no passado, nos seus primeiros anos e está obtendo um retorno muito positivo.

Quais foram os projetos mais importantes que participaste na Empresa ?
Não sei destacar nenhum, a minha memória não é das melhores. A parte de BI é algo que eu gosto muito e que estou envolvida neste momento. Trata de informações gerenciais que são disponibilizadas de uma forma bem mais prática.

Como era a relação dos funcionários com a Diretoria naquela época ?
Distante. No Natal, nos primeiros anos, nós comemorávamos todos juntos, inclusive com a presença dos diretores. Eram uns cem funcionários,mais ou menos...Mas o ambiente era bem formal, mesmo nestas circunstâncias. Bem diferente do que é hoje...

E com a chefia ?
Também era muito formal. A gente não podia trabalhar de tênis, usar calça jeans... era obrigatório o uso de gravata, no caso dos homens. As meninas usavam vestido ou calça comprida. Ninguém teria coragem naquela época de usar uma minissaia. Mas isso voltou um pouco agora com o código de conduta. Mas naquela época o controle era grande. Lembro de mandarem funcionários para casa por causa da roupa, mesmo nos finais de semana.

Existe algum aspecto que te chame a atenção na Empresa ?
Sempre digo que a melhor hora é agora, não sou saudosista.
Uma coisa marcante na PROCERGS é esse aprendizado constante que o ambiente profissional oportuniza. Sempre tem alguém disposto a ajudar... Sempre existe alguém que sabe mais que tu, e isso é legal. Quando tu achas que sabe tudo, surge uma pessoa pra te mostrar uma forma diferente de fazer as coisas... E às vezes bem melhor do que tu farias...


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